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12 de jul. de 2026
O Canal do Holder analisa o IPO da SpaceX no âmbito da série sobre o S&P 500, considerando o valuation de US$ 1,75 trilhão "uma obscenidade" quando comparado aos fundamentos da empresa. O apresentador compara SpaceX com Nvidia e Broadcom, mostrando que a receita anual (~US$ 18,6 bi) e o prejuízo líquido (US$ 4,9 bi) resultam num múltiplo de cerca de 100x a receita, considerado "estratosférico".
O vídeo detalha os segmentos de negócio (espaço, Starlink, IA/Grok/X) e a controvérsia sobre a inclusão da SpaceX no S&P 500 e no Nasdaq apesar de não ter lucro nos últimos 12 meses. O analista recomenda cautela para investidores de varejo, sugerindo esperar de 2 a 4 anos após o IPO antes de investir, ou no máximo alocar uma fatia pequena da carteira caso queira acompanhar a empresa. Também comenta a Tesla, considerada financeiramente saudável e diferente da SpaceX.
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10 de jul. de 2026
Análise fundamentalista da Alphabet/Google dentro da série S&P 500, cobrindo o modelo de negócio de publicidade, a resiliência da receita frente às LLMs, o recorde de resultados financeiros e riscos de longo prazo como a migração de buscas para o TikTok.
Alphabet (Google) · otimistaAlphabet (Google) · pessimistaAlphabet (Google) · otimistaAlphabet (Google) · otimistaAlphabet (Google) · pessimista
04 de jul. de 2026
Vídeo de reação (Canal do Holder) a um conteúdo sobre criação de moeda pelos bancos. O host corrige e complementa a explicação original, detalhando como funciona o balanço bancário (ativo vs. passivo), o papel do spread bancário, o índice de Basileia e os depósitos compulsórios como mecanismos que limitam a criação de crédito pelos bancos privados.
O vídeo usa o caso do Banco Master como exemplo prático de insolvência bancária, explicando que a instituição quebrou por conceder empréstimos de alto risco que não foram pagos, consumindo seu patrimônio líquido acima do limite de alavancagem permitido pelo Banco Central. Também traça um paralelo com a crise do subprime nos EUA, onde o Lehman Brothers operava com alavancagem muito superior à permitida hoje no Brasil.
Há ainda uma explicação sobre a relação entre Selic e inflação: juros mais altos reduzem a tomada de crédito e, consequentemente, a expansão monetária, sendo esse o mecanismo pelo qual o Banco Central tenta controlar a inflação.
Selic · neutroBanco Master · pessimistaSistema Bancário Privado · neutro
02 de jul. de 2026
Discussão sobre concentração versus diversificação de carteira, usando os exemplos de Warren Buffett e Charlie Munger para desmistificar o mito da concentração.
Diversificação de Carteira · otimistaBerkshire Hathaway · neutro
25 de jun. de 2026
Fábio, do Canal do Holder, analisa em profundidade as ações da M. Dias Branco (MDIA3), que estão andando de lado desde 2013/2015 e negociando a cerca de seis vezes o fluxo de caixa livre — um múltiplo que ele considera muito baixo. Ele explica vieses cognitivos (ancoragem) que levam investidores a questionar ações estagnadas e argumenta que, no longo prazo, cotações acompanham os fundamentos.
O cerne da análise é o contexto macroeconômico brasileiro: juros altos, inflação persistente, dívida pública elevada (85% do PIB) e valorização do dólar (que encarece insumos importados da empresa) comprimiram as margens da M. Dias Branco nos últimos anos, mesmo com receita e lucro crescendo nominalmente. Ele traça um paralelo com o que ocorreu com a Ambev na última década, sujeita a pressões similares de custo e poder de compra do consumidor.
O vídeo termina com considerações sobre montagem de carteira de longo prazo, evitando basear decisões apenas na opinião de terceiros e adotando uma abordagem bottom-up de gestão de risco setorial.
MDIA3 · otimistaIPCA · pessimistaDívida pública · pessimistaDólar · pessimistaABEV3 · pessimista
23 de jun. de 2026
Reação a um corte do podcast Sócios em que Luiz Barsi comenta suas posições atuais e sua filosofia de investimento. Barsi revela estar comprando ações da AES Brasil (ex-Tietê), destacando a reestruturação da matriz energética da empresa, a distribuição integral de lucros e a redução da base acionária, o que na sua visão aumenta o dividendo futuro por ação mesmo com a ação aparentemente "achatada" pelo grupamento.
O apresentador do Canal do Holder complementa comentando o histórico de Barsi com posições antigas como Banco do Brasil e Klabin, e também os erros do investidor, como Cielo e IRB Brasil, reforçando que não é preciso acertar todas as posições da carteira.
A segunda parte do vídeo discute a comparação entre Barsi e Warren Buffett, destacando que a Berkshire Hathaway não distribui dividendos e reinveste tudo, o que explica a valorização de suas ações de 11 para 732.000 dólares desde a década de 60, enquanto Barsi prefere construir uma carteira geradora de renda mensal via dividendos.
AES Brasil · otimistaAES Brasil · otimistaBanco do Brasil · otimistaIRB Brasil · pessimistaBerkshire Hathaway · otimista
21 de jun. de 2026
Canal do Holder debate estratégia de investimento para quem ganha pouco, defendendo priorizar reserva de emergência e bens duráveis frente a ações como Sanepar, mas valorizando fundos imobiliários para criar hábito.
Ações · pessimistaSanepar · pessimistaFundos Imobiliários · otimista
20 de jun. de 2026
Reação a um vídeo do youtuber Bter sobre casa própria versus aluguel, com o Canal do Holder complementando sua própria visão sobre o tema. Ambos concordam que não há vantagem financeira inerente entre viver de aluguel ou em casa própria, pois o custo de habitação é equivalente — quem mora na própria casa está "pagando aluguel para si mesmo" ao abrir mão da renda que poderia obter alugando o imóvel.
O apresentador defende que comprar um imóvel para morar é uma decisão pessoal, não financeira, citando Peter Lynch (One Up on Wall Street) sobre a ideia de alugar até decidir onde definitivamente quer viver. Ele dá seu próprio exemplo: vendeu seu imóvel próprio e hoje aluga um apartamento de ~3 milhões de reais por R$7.500/mês, evitando abrir mão de ~R$25.000/mês de renda passiva que teria ao comprá-lo.
Sobre imóveis como investimento, ele é claramente negativo, preferindo fundos imobiliários (FIIs): compara um imóvel físico de R$1 milhão gerando ~R$50.000/ano líquido de imposto contra uma carteira de FIIs no mesmo valor gerando cerca de R$100.000/ano, destacando maior liquidez, diversificação e ausência de imposto de renda nos FIIs frente aos imóveis físicos.
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