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19 de jul. de 2026
O vídeo analisa a alta concentração das 10 maiores empresas no S&P 500 (mais de 40%, maior nível desde 1932) e compara com padrões históricos de crises (bolha da internet em 2000, crash de 1929, crise de 2008), sugerindo risco elevado sem afirmar quando uma crise ocorrerá. Também aborda o financiamento circular entre Nvidia, OpenAI e Big Techs em torno da IA, o risco de contágio para o Ibovespa e o dólar caso a bolsa americana caia, e recomenda estratégias de proteção como Tesouro IPCA, ouro, ETFs equal weight (RSP) e reserva de emergência.
S&P 500 · pessimistaS&P 500 · pessimistaNvidia · divididoInteligência Artificial · divididoIbovespa · pessimistaDólar · otimistaSelic · neutroTesouro IPCA+ · otimistaOuro · otimistaETF RSP · otimista
15 de jul. de 2026
Vídeo critica o aumento do teor de álcool na gasolina (E27 para E32) decidido pelo governo, mostrando o impacto no bolso do consumidor, nos motores dos carros e analisando se a São Martinho (SMTO3) realmente se beneficia da medida.
Etanol na Gasolina · pessimistaSMTO3 · pessimistaPetróleo · pessimistaDólar · pessimista
14 de jul. de 2026
William Ribeiro e Bruno discutem se o Brasil vive uma "pedalada fiscal 2.0", analisando o pacote de mais de R$ 187 bilhões em benefícios anunciados pelo governo em ano eleitoral, dos quais 94% escapam ao limite de despesas do arcabouço fiscal e 63% (R$ 118 bilhões) escapam também à meta de resultado. Citam o economista Marcos Mendes, que classifica a situação como "desmoralização total" do arcabouço fiscal.
O vídeo detalha a dívida bruta do Brasil (81,1% do PIB, mais de R$ 10,6 trilhões), com projeções de alta para 83% em 2026 e 100% do PIB em 2027 segundo o FMI, e explica como isso pressiona a Selic (14,25% ao ano) e corrói o poder de compra via inflação (projetada em 5,16% no ano). Comparam tecnicamente a situação atual com a pedalada fiscal de 2015/16 (que derrubou Dilma Rousseff), concluindo que, embora tecnicamente diferente, o mecanismo atual (gasto parafiscal fora do orçamento) é igualmente problemático. Recomendam investir em títulos públicos indexados à inflação (IPCA+) para se proteger, já que a dívida elevada beneficia quem empresta ao governo com juros altos.
Dívida pública · pessimistaDívida pública · pessimistaSelic/Juros · pessimistaIPCA · pessimistaPolítica Fiscal · pessimistaTítulo IPCA+ · otimista
13 de jul. de 2026
William Ribeiro e Bruno (Dinheiro Com Você) explicam o split payment, novo sistema que retém o imposto na hora da venda, eliminando o "giro de caixa" que muitas empresas brasileiras usam para pagar fornecedores e cobrir despesas. Eles alertam que negócios com margem apertada e alta dependência de crédito, especialmente varejo, podem quebrar com essa mudança, já que precisarão buscar financiamento bancário caro (Selic a 14,25% ao ano) para cobrir o buraco de caixa deixado pelo imposto.
O vídeo detalha o cronograma de implementação (teste em 2026, obrigatório B2B em 2027, pleno em 2033) e argumenta que empresas com caixa forte e pouca dívida, como as Lojas Renner, tendem a se beneficiar da mudança e podem até "engolir" concorrentes mais fracos. Encerra recomendando que empresários revisem o fluxo de caixa considerando só o valor líquido e que investidores analisem dívida líquida e geração de caixa antes de investir em ações de varejo.
Split Payment · pessimistaSelic/Juros · pessimistaVarejo (setor) · pessimistaLojas Renner · otimista
12 de jul. de 2026
Vídeo do canal Dinheiro Com Você monta um plano financeiro para poupar dinheiro e assistir presencialmente à Copa do Mundo de 2030 (sediada parcialmente em Argentina, Uruguai e Paraguai), estimando custos de passagem, hospedagem e ingressos em três cenários (económico, intermediário e completo).
A parte de investimentos discute onde alocar essa poupança: recomenda-se Tesouro Selic ou CDB de liquidez diária com boa rentabilidade (perto de 100% do CDI), evitando o Tesouro Prefixado porque a taxa de reinvestimento mensal cairia conforme a Selic recua e o título vence antes da data-alvo.
O vídeo também incorpora a inflação (média de 6% ao ano nos últimos 5 anos) na correção do custo estimado da viagem, concluindo que uma poupança mensal de cerca de R$ 215 por pessoa (no cenário económico) seria suficiente, com ênfase em que a disciplina de poupar é mais decisiva que o rendimento do investimento escolhido.
Tesouro Selic · otimistaSelic · pessimistaIPCA · pessimistaTesouro Prefixado · pessimista
08 de jul. de 2026
Vídeo narrativo (Dinheiro Com Você) que conta a história fictícia, mas baseada em fatos reais, de "Marcão", um homem que desenvolve vício em apostas esportivas (bets) e quase destrói a própria família e vida. O criador detalha como o vício se instala a partir de pequenos ganhos iniciais, o impacto psicológico e financeiro sobre o casal e os filhos, e a madrugada de crise que leva o amigo narrador a intervir.
O conteúdo foca em saúde mental, transtorno do jogo e caminhos de recuperação (bloqueio oficial de apostas, grupos de apoio, tratamento psiquiátrico), além de criticar a exposição das bets por influenciadores e a ausência de retorno social dos impostos cobrados sobre o setor.
Não há qualquer opinião sobre ativos financeiros, mercado ou macroeconomia — o tema é inteiramente sobre vício em apostas e suas consequências pessoais e familiares.
07 de jul. de 2026
William Ribeiro compara o fundo soberano do petróleo da Noruega com o fundo social do pré-sal brasileiro, mostrando como a disciplina fiscal norueguesa gerou riqueza enquanto a gestão política brasileira esvaziou o fundo, e recomenda diversificação internacional para proteção patrimonial.
Dólar · otimistaOuro · otimistaDívida Pública Brasil · pessimistaSelic · pessimista
06 de jul. de 2026
Crítica ao excesso de regulação do Congresso brasileiro, defesa da liberdade econômica como motor de riqueza e recomendação de diversificar patrimônio para fora do Brasil.
Economia Brasileira · pessimistaPolítica Fiscal · pessimistaLiberdade Econômica · otimistaInvestimentos no exterior · otimistaEconomia Brasileira · pessimista
05 de jul. de 2026
Análise do pedido de falência da Dolly, ligando-o à alta carga tributária, juros elevados (Selic) e ambiente de negócios difícil no Brasil.
Carga Fiscal · pessimistaAmbiente de Negócios Brasil · pessimistaCarga Tributária · pessimistaSelic · pessimista
01 de jul. de 2026
Explicação das mudanças propostas no teto do MEI, com análise sobre a corrosão do limite pela inflação, o déficit do INSS e recomendação de construir uma reforma particular diversificando em vários tipos de ativos.
MEI (reforma do teto) · divididoIPCA · pessimistaINSS · pessimistaDiversificação de investimentos · otimista
25 de jun. de 2026
William Ribeiro, com participação de Bruno, analisa as "caixinhas"/CDBs de rendimento turbinado do Nubank, Mercado Pago, PagBank, 99Pay e Infinity Pay, mostrando que os percentuais anunciados (110% a 130% do CDI) costumam vir com limites de valor (frequentemente R$5.000 ou R$10.000), prazos de carência e outras condições que reduzem o rendimento efetivo. O vídeo explica a mecânica CDI/Selic (Selic em 14,25% ao ano, CDI próximo disso) e como o imposto de renda regressivo e o IOF em resgates de curto prazo corroem ainda mais o ganho extra prometido. É citado o caso do Banco Master, que faliu após pagar CDBs acima da média, gerando rombo bilionário no FGC, cuja cobertura é explicada (até R$250 mil por CPF/instituição). A conclusão é de que essas caixinhas servem para reserva de emergência ou pequenas quantias, mas não fazem diferença relevante para quem já tem patrimônio maior, sendo recomendada diversificação e prazos mais longos nesse caso.
Selic · neutroCDB de bancos digitais (caixinhas) · pessimistaNubank · pessimistaPagBank · pessimistaReserva de Emergência · otimistaFGC · neutroImposto de Renda sobre renda fixa · neutro
23 de jun. de 2026
William Ribeiro analisa o motivo pelo qual o Tesouro IPCA+ 2032 abriu pagando um recorde de 8,56% de juro real, associando isso à desconfiança do mercado com as contas públicas brasileiras: a dívida bruta já passa de 80% do PIB (ante 50% em 2013), e o governo gastou mais de 1 trilhão de reais só com juros da dívida em 12 meses pela primeira vez na história.
O vídeo explica por que a taxa subiu mesmo após o Banco Central cortar a Selic para 14,25%, atribuindo isso à desconfiança do mercado com a inflação persistente e às contas fiscais, reforçada pelo Boletim Focus que piorou a previsão de inflação pela 15ª semana seguida (para 5,33%, acima do teto da meta). Também menciona o tom mais duro do Federal Reserve americano como fator de pressão adicional sobre os juros brasileiros.
Apesar do cenário fiscal negativo, o apresentador vê isso como uma oportunidade rara para o investidor pessoa física travar uma taxa historicamente alta no Tesouro IPCA+, citando dado da XP de que juro real acima de 7,5% só ocorreu em menos de 10% do tempo desde 2011, mas alerta sobre o risco de marcação a mercado caso o título seja vendido antes do vencimento.
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